Lendas dizem que, quando os dragões morrer eles se tornam dragoeiros, e é óbvio por que este fóssil vivo é um dos símbolos das ilhas Canárias, e talvez até mesmo o maior tesouro da flora das Canárias. Quando se olha para a sua forma peculiar, também não é de estranhar que a árvore foi considerada uma árvore divina pelos primeiros habitantes das ilhas. Até recentemente, Dracaena draco foi considerada nativa da Madeira, das Canárias e Cabo Verde; no entanto, ele também já foi encontrado em populações selvagens em Marrocos. As ilhas são o lar de um número impressionante de dragoeiros. O grande explorador e naturalista Alexander von Humboldt ficou muito impressionado quando nos Jardins Franchy viu diante de si uma árvore de 25 metros alta dragão gigante com uma circunferência de 23 metros, embora tenha havido discordância quanto essas medidas. Esta árvore, infelizmente, desapareceu depois ventos fortes em 1867. Hoje, a maior e mais famosa árvore de dragão, que tem um diâmetro de 20 metros na base e tem 17 metros de altura, está majestosa em Icod de los Vinos (Tenerife). Ele pesa cerca de 150 toneladas, não incluindo as raízes. Tem havido muito debate sobre a idade da árvore, e alguns dizem que pode haver mais de 5000 anos de idade; No entanto, as estimativas recentes sugerem que a árvore não é mais do que 800-1000 anos de idade.