O Museu de Arte Contemporânea iniciou a sua actividade, com base nas colecções do prêmio Cidade do Funchal, o então Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal, Centro de Turismo e da Sociedade Nacional de Belas-Artes de Lisboa, nos anos de 1966 e 1967. Foi primeira entendida como uma extensão contemporânea do Museu da Quinta das Cruzes, embora correndo pela primeira vez, sede provisória nas instalações da Direcção Regional dos Assuntos Culturais e depois a Quinta Magnolia em Funchal, na década de 80. Esta é uma coleção de arte contemporâneo português dos anos 60 até os dias atuais, com obras de alguns dos artistas nacionais mais significativas. As inscrições nos 60 coleções destacar os nomes de Joaquim Rodrigo, Nuno de Siqueira, Antnio Areal, JosEscada, Helena Almeida, Artur Rosa, Jorge Martins e Manuel Batista. Instalado a partir de 1992, a coleção de arte contemporânea em St. James Fort e criou o Museu, reiniciou-se um processo de onda de coleção com obras de Lourdes Castro, RenBertholo, Josde Guimares, Ilda David, Graa Pereira Coutinho, Filipe Rocha da Silva, Jaime Hare, Antnio Palolo, JosAntnio Cardoso, Joo Queiroz, JosLoureiro, Albuquerque Mendes, Fernando Calhau, Michael Biberstein, Pedro Cabrita Reis, Pedro Portugal, Sofia Areal, Miguel Branco, Pedro Proença, Fernanda Fragateiro, Ana Vidigal, Antnio Campos Rosado, Rui Sanches, Manuel Rosa, Patricia Garrido, Helena Almeida, Eduardo Batarda, Gaetan, Pedro Casqueiro, Ana Vidigal, entre muitos outros. O Museu também tem uma coleção de obras de artistas que têm vindo a desenvolver a sua actividade na ilha da Madeira, como pimenta lia, Celso Caires, Isabel Santa Clara, Eduardo de Freitas, Berimbau Graça, Teresa Jardim, Filipa Venâncio, Karocha Jose Manuel Gomes, Guilhermina da Luz, Ara Gouveia, Carla Cabral, Ligia Gontardo, Antnio Rodrigues, Danilo Gouveia, Guida Ferraz, entre muitos outros. Emblemática foi também a possibilidade de, através de patrocínio, a entrada nas colecções do Museu, uma obra de Maria Helena Vieira da Silva. O Museu vive de eventos temporários, dando visibilidade aos artistas locais.