Devido ao crescente afluxo de peregrinos à Ermida da Memória, o rei Fernando, em 1377, ordenou a igreja primitiva a ser construído para guardar a estátua sagrada da Virgem. Bastante alterada e alargada sobre os reinados seguintes, o edifício atual, de contorno barroca e altas torres sineiras, mostra as grandes mudanças que sofreu no final do século 17. O interior tem uma só nave e um altar-mor em talha dourada com colunas retorcidas, de onde se destaca uma tela que descreve o milagre de Nossa Senhora de D. Fuas Roupinho Nazarto. No trono, no centro, a estátua adorado da Virgem de Nazarcan ser admirado. As paredes dos topos do transepto são revestidas com belos azuis e brancos painéis de azulejos do século 18 do mestre holandês W. Van Kloet, representando cenas do Antigo Testamento.