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O pequeno reino do Butão é conhecido como Druk-Yul ou "A Terra do Dragão Rugidor" e está localizado no alto da Cordilheira dos Himalaias, numa encosta de 6 mil metros abaixo das altas montanhas cobertas de neve que o separam do Tibete (uma das cinco regiões autónomas da China) a norte com a planície indiana (a sul) e (a oeste) com o antigo reino do Sikkin e (a este) pela Índia, país com o qual faz trocas comerciais e do qual recebe ajuda.
As encostas do Butão são muito inclinadas, com vales profundos e extensos separados por elevadas cadeias montanhosas, o que o torna isolado de outros países.
O Butão é uma surpresa para o Ocidente devido aos aspectos ambientais, culturais e sociais dos povos desta terra. Apesar dos poucos recursos, há todo um conjunto de preocupações ambientais e de justiça social.
O Butão Ocidental é bastante habitado, sobretudo devido às cidades de Paro e de Thimphu, a capital com cerca de 50.000 habitantes.
3 RAZÕES PARA IR
Um dos lugares onde a tradição oriental está mais bem preservada.
As espantosas paisagens dos Himalaias.
A sensação de estar num local exclusivo.
ORIENTAÇÃO
Paro, apesar de não ser a capital administrativa (que é Thimphu), é a única cidade do Butão que tem aeroporto. O Butão é um reino dos Himalaias localizado entre as gigantes China e Índia, na Ásia. A 2.250 metros acima do nível do mar, o vale é também um dos principais pontos de partida para algumas das montanhas mais altas do mundo, como a Gangkhar Puensum (7541 metros acima do nível do mar) e a Jumolhari (7314 metros).
QUANDO IR
A melhor altura para visitar o país é de Outubro a Maio, devido aos festivais de máscaras e dança (Outubro) e das comemorações pelo Dia Nacional (17 de Dezembro). Quem pretender fazer trekking nos Himalaias deve evitar os meses de Dezembro a Fevereiro, quando muitos trilhos são bloqueados pela neve. Nesta época, a visibilidade é reduzida e muitos voos são cancelados. A temperatura média anual no Butão varia de 10ºC a 30ºC, mas há uma grande variedade de microclimas. Thimphu e Punakha, por exemplo, são mais quentes que Paro e Bumthang, que têm mínimas que rondam os -5ºC em Janeiro.
COMO CHEGAR LÁ
O Butão estende-se pela zona este dos Himalaias, e uma maneira usual de chegar ao país é através das estradas da montanha que o ligam á India ou ao Tibete. No entanto, há uma maneira mais fácil: poderá voar até ao Aeroporto Internacional do Butão em Paro. Há voos regulares que fazem a ligação entre Paro, Delhi e Kolkata. Se pretender viajar do Nepal para o Butão, há voos directos para Paro a partir de Kathmandu (a capital do Nepal). Todos os voos para o Butão são efectuados pela operadora nacional Druk Air. Paro é uma cidade do vale, com casas típicas e antigos mosteiros, rodeada pela cadeia montanhosa mais alta do mundo, os Himalaias. Poderá alugar um carro ou usar o serviço de autocarros do Governo para a viagem entre Paro e Thimpu.
DE CARRO
Não há uma rede ferroviária dentro do país, pelo que os viajantes optam pelos meios de transporte viários como os autocarros e os carros que são autorizados pelo Governo do Butão. Poderá entrar por Jagiaon / Phuntsholing se vier da cidade indiana de Bagdogra ou de Sikilim no Darjeeling. Aliás uma boa ideia é combinar uma visita á zona de Darjeeling com uma ida ao Butão entrando e saindo por esta fronteira.
DESLOCAR-SE
O Butão dispõe de uma razoável rede de estradas. Se pretender viajar de carro a partir da Índia, a entrada faz-se pela fronteira na cidade de Jaigaon. A fronteira separa a cidade indiana de Jaigaon, da cidade butanesa de Phuntsoling. Há carros para aluguer desde Siliguri a Jaigaon.
As leis para viajar para o Butão são severas para pessoas de outras nacionalidades que não a indiana ou a chinesa. O propósito de tais leis é unicamente o de preservar o ambiente e a cultura butanesas. É necessário adquirir um visto para entrar no Butão.
INFORMAÇÕES
Requisitos, Vistos para o Butão: As Missões Diplomáticas e Consulares não têm competência para a emissão de vistos. A autorização de visto deverá ser obtida antes da partida, directamente junto do Departamento de Turismo (Bhutan Tourism Corporation).
É obrigatório pagar 180 euros por dia ao governo, durante a estadia no Butão (inclui alojamento).
Taxa de aeroporto – 300 negultruns (4.58 euros).